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Livros e Capítulos de Livros

 

 

O livro – Século XXI: a publicidade sem fronteiras? Volume 5 foi organizado pelos professores do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Federal de Goiás (UFG) e privilegia discussões sobre as diferentes maneiras em que o discurso publicitário se reconfigura e atualiza na contemporaneidade.

Neste volume, a Profa. Dra. Adriana Pierre Coca, em parceria com os pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Profa. Dra. Nísia Martins do Rosário e Prof. Ms. João B. N. dos Santos, contribui com o capítulo – O corpo divergente em fluxo e refluxo na publicidade audiovisual.

ROSARIO, N. M. ; SANTOS, J. B. N. ; COCA, A. P. . O corpo divergente em fluxo e refluxo na publicidade audiovisual. In: Lara Lima Satler; Rafael Franco Coelho; Rodrigo Cássio Oliveira. (Org.). Século XXI: a publicidade sem fronteiras? Volume 5. 5ed.Goiânia: Imprensa Universitária, 2019, v. 5, p. 123-144.

O livro tem download através do link: https://cegraf.ufg.br/up/688/o/publicidade_sem_fronteira5_final.pdf

 

 

 

O livro Narrativas Imagéticas reúne textos do 2º Congresso Internacional Media Ecology and Image Studies - O protagonismo da narrativa imagética realizado em outubro de 2019 e tem download gratuito no site da Ria Editorial. O capítulo O olhar documentarizante sobre a crise dos refugiados na telenovela brasileira Órfãos da Terra traz uma reflexão contemporânea sobre os entrelaçamentos de gêneros na ficção seriada audiovisual e uma análise cuidadosa sobre o tema do refúgio em uma trama atual de telenovela.

COCA, A. P.; CORSI, J. R. P.. O olhar documentarizante sobre a crise dos refugiados na telenovela brasileira Órfãos da Terra. In: Abel Suing; Aida Carvajal; Ana Sedeño; Jefferson Barcellos; Jéronimo Rivera; Osvando de Morais. Patrício Irisarri; Regilene Sarzi; Sebastian Castro; Valquiria Kneipp. (Org.). Narrativas Imagéticas. 1ed.Aveiro: Ria Editorial, 2019, p. 476-500.

O livro tem download através do link: http://www.riaeditorial.com/index.php/narrativas-imageticas/

 

 

 

O e-book Narrativas Imagéticas reúne textos do 2º Congresso Internacional Media Ecology and Image Studies - O protagonismo da narrativa imagética realizado em outubro de 2019. O livro de acesso aberto e grátis traz o capítulo A investigação audiovisual pelo viés da cartografia, texto inspirado em uma aula ministrada pela Profa. Dra. Adriana Pierre Coca para a turma do doutorado intensivo em Ciências da Informação da Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal, em julho de 2019. A discussão tem como foco a construção dos objetos de pesquisa pelas travessias cartográficas e revela exemplos da pesquisa doutoral da autora.

COCA, A. P. A investigação audiovisual pelo viés da cartografia. In: Abel Suing; Aida Carvajal; Ana Sedeño; Jefferson Barcellos; Jéronimo Rivera; Osvando de Morais. Patrício Irisarri; Regilene Sarzi; Sebastian Castro; Valquiria Kneipp. (Org.). Narrativas Imagéticas. 1ed.Aveiro: Ria Editorial, 2019, p. 51-71.

O livro tem download através do link: http://www.riaeditorial.com/index.php/narrativas-imageticas/

 

 

 

O livro (e-book) - Jornalismo e Estudos Mediáticos. Memória II - reúne textos dos pesquisadores do doutoramento em Ciências da Informação da Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal. Nesse trabalho a Profa. Dra. Adriana Pierre Coca colabora com o capítulo - As reconfigurações de sentidos na cenografia na teleficção brasileira -, uma discussão bem articulada resgatada da sua tese de doutorado.

COCA, A. P. As reconfigurações de sentidos na cenografia na teleficção brasileira. In: SOUSA, Jorge Pedro (Org.) - Jornalismo e Estudos Mediáticos: Memória II [eBook] . Porto : Publicações Universidade Fernando Pessoa, 2019. 372 p.

O livro tem download livre a partir do repositório institucional da Universidade Fernando Pessoa, através do link: http://hdl.handle.net/10284/7713

 

O livro Significações e Estratégias Midiáticas reúne textos do 1º Congresso Ibero-americano sobre Ecologia dos Meios, realizado de 1º a 30 de abril de 2019 totalmente na modalidade virtual. Neste livro digital, distribuído gratuitamente pela Ria Editorial, estão publicados textos das Mesas de Trabalho: Interfaces Móveis; Publicidade e Estratégias de Mercado; Internet das Coisas e Algoritmos e Produção de Sentidos na Nova Ecologia dos Meios, onde foi apresentado o texto – As travessias da ficção seriada na TV brasileira - que problematiza como a ficção seriada no Brasil está se reconfigurando diante das transmutações do atual contexto comunicacional audiovisual, buscando observar narrativas que transitam na periferia da semiosfera, a partir da noção teórica de tradução do semioticista Yuri Lotman (1999). A reflexão é sobre as mutações em relação ao formato, mas também ao que tange o conteúdo e a estética dessas histórias que também estão sendo remodelados. Já que a mobilidade entre os sistemas da cultura é possível por meio de um processo de tradução, o que faz parte do mundo externo a um sistema cultural pode penetrar no mundo interno de outro sistema e vice-versa. Essa é a função cabal da tradução dos textos da cultura entre os sistemas – que são unidos e separados pelas fronteiras, uma espécie de membrana maleável que os envolve e que permite a “entrada”, a tradução do que é externo para o interior. Assim, por meio dessas travessias, ocorrem as incorporações, expansões e mudanças na cultura.

COCA, A. P.. As travessias da ficção seriada na TV brasileira. In: Ana Silvia David Médola; Celia Retz Gogoy dos Santos; João pedro Albino; Leyberson Pedrosa; María Jesús Ruíz; Raquel Cabral; Roseane Andrelo; Xabier Matínez-Rolán; Rodrigo Cunha; Rogerio Covalesky; Vania Valente. (Org.). Significações e Estratégias Midiáticas (E-book). 1ed.Aveiro: Ria Editorial, 2019, v. , p. 30-49.

Link de Acesso: http://www.riaeditorial.com/index.php/significacoes-e-estrategias-midiaticas/

 

 

 

Este livro é uma versão em espanhol de Rastros de Telerrecriação em Cartografia Movente. Este libro es una colección de conferencias, charlas y presentaciones realizadas por Adriana Coca, en 2017 y 2018, en la Casa del Saber de São Paulo y en universidades brasileñas y en el exterior. Las exposiciones fueron revisadas y ampliadas para ser publicadas como texto y tienen como hilo conductor la reflexión sobre la dinámica de la creación y de la investigación, sobre todo en relación al lenguaje televisivo y las rupturas y reconfiguraciones de sentidos en la teledramaturgia de la TV abierta en Brasil. Aunque los enfoques versan sobre diferentes temas como: la investigación cartográfica, las estructuralidades de las narrativas ficcionales seriadas y las semiosis o los procesos de significación en la TV, Coca tece conexiones sobre esos sesgos aparentemente distintos, con la desenvoltura de quien conoce la producción académica de la y sabe traducirla a su lector, sin abandonar la ligereza textual y el rigor científico, inherentes a su producción como investigadora. Es un libro que nos instiga a pensar la televisión.

COCA, A. P. Telerrecriación: un modo crítico y creativo de pensar y producir televisión. São Paulo: Labrador, 2019.

E-book: https://play.google.com/store/books/details?id=G5uODwAAQBAJ&rdid=book-G5uODwAAQBAJ&rdot=1&source=gbs_vpt_read&pcampaignid=books_booksearch_viewport

 

 

 

 

 

 

Este livro traz uma coletânea de conferências, palestras e apresentações realizadas por Adriana Coca, em 2017 e 2018, na Casa do Saber de São Paulo e em universidades brasileiras e no exterior. As exposições foram revisadas e ampliadas para serem publicadas como texto e têm como fio condutor a reflexão sobre a dinâmica da criação e da pesquisa, especialmente sobre a linguagem televisual e as rupturas e reconfigurações de sentidos na teledramaturgia da TV aberta no Brasil.

Ainda que, as abordagens versem sobre diferentes temas como: a pesquisa cartográfica, as estruturalidades das narrativas ficcionais seriadas e as semioses ou os processos de significação na TV, Coca tece conexões sobre esses vieses aparentemente distintos, com a desenvoltura de quem conhece a produção acadêmica da área e sabe traduzi-la para o seu leitor, sem abandonar a leveza textual e o rigor científico, inerentes a sua produção como pesquisadora. Eis um livro que nos instiga a pensar a televisão.

E-book:
https://play.google.com/store/books/details?id=G5uODwAAQBAJ&rdid=book-G5uODwAAQBAJ&rdot=1&source=gbs_vpt_read&pcampaignid=books_booksearch_viewport

 

 

 

 

 

 

O livro - Narrativas: da Televisão às Novas Linguagens e Negócios - reúne discussões resultantes do 1º Congresso Internacional Media Ecology and Image Studies, realizado em outubro de 2018 pela Ria Editorial e pelo GENEM – Grupo de Estudos sobre a Nova Ecologia dos Meios. A obra está disponível para download e leitura online grátis pelo site www.riaeditorial.com. No capítulo - Processos de Telerrecriação na Ficção Seriada Brasileira -, Coca traz à tona os alicerces teóricos da noção de telerrecriação, um modo crítico e criativo de pensar e produzir televisão, proposição em que entrelaça conceitos da Semiótica da Cultura, especialmente as explosões culturais, aliados às reflexões de transcriação de Haroldo de Campos (2013) e Sentido Obtuso de Roland Barthes (2009). Nesse capítulo, a tessitura é eminentemente teórico-reflexiva e revela menos exemplos empíricos como é comum em suas articulações, apontando um lado mais maduro e densamente teórico, como vêm sinalizando suas produções recentes, depois do término do seu doutorado, no fim de 2017.

COCA, Adriana P. Processos de Telerrecriação na Ficção Seriada Brasileira. In: GOSCIOLA, Vicente; SESEÑO, Ana; SUING, Abel; CONTRERAS, Felix; KNEIPP, Valquiria (orgs.). Narrativas: da Televisão às Novas Linguagens e Negócios. Aveiro, Ria Editorial, 2018.

 

 

 

Um livro para quem se interessa pelo mundo televisual e seus meandros ficcionais, mas é também um livro para quem gosta de explorar saberes.

“De um modo ou de outro, temos que admitir a força dessa mídia que, conforme defende a autora, passou por mudanças na produção e na maneira de consumo que devem ser entendidas como transformações graduais e precisam ser avaliadas para o entendimento do meio. De maneira geral, temos um meio caracterizado por modos convencionais de narrar e construir os seus textos, que opera sobre processos de edição, filmagem, preparação, transmissão e circulação considerando públicos de grande escala e, portanto, uma linguagem muito uniforme.

Não se pode defender, contudo, que a TV não passe por inovações de linguagem – as inovações técnicas são mais óbvias, é claro. Com cuidado e atenção é possível observar como se processam as novas experiências televisuais de emissão aberta em termos de formatos, códigos e linguagens. A aparente incoerência entre permanência e novidade se dissolve quando as emissoras percebem a necessidade de atualizar-se e revigorar-se para manter e alcançar maior audiência. Deste modo, os processos graduais de transformação televisual as vezes são interrompidos por rupturas de sentido mais drásticas impondo a necessidade de reavaliar os formatos, os códigos e a própria linguagem do meio.

Esse cenário leva a duas considerações pelo menos: por um lado as recriações na teleficção podem ser revigorantes e estimulantes, mas por outro lado nem sempre são bem aceitas pelo público.


O pressuposto do estudo é de que há uma desconstrução dos modos tradicionais de contar histórias de ficção seriada na televisão brasileira, no que tange aos formatos estéticos e aos percursos narrativos. O livro vem evocar justamente uma reflexão sobre as rupturas de sentidos mais drásticas que ocorrem na programação da TV – especialmente na ficção seriada da TV Globo – que configuram o que a autora chama de telerrecriação. Ela observa que é preciso ter cuidado para identificar os textos televisuais que apresentam as faces da telerrecriação e que efetivamente propõem novas leituras ou quando são somente um esforço para ser ‘diferente’.


É preciso apontar também que não se trata apenas de um trabalho de pesquisa transformado em livro, a autora tem um cuidado especial com seus leitores, conduzindo-os, orientando-os nos direcionamentos do seu texto, ilustrando seu pensamento por meio de diagramas e construindo uma escrita acessível que, ao mesmo tempo, exige refinamento do leitor. Os títulos que tecem o sumário, de um modo criativo, vão se entrelaçando a partir do processo de produção do televisual: no ar, roteiro em criação, pré-produção, produção, em cena, pós-produzindo.


São nove capítulos bem estruturados, começando pelo método empregado, a cartografia, que atravessa toda a obra. O capítulo 3, que trata das estruturalidades da ficção seriada, faz uma recuperação da trajetória do melodrama e do folhetim para conectar-se às linhas diacrônicas da teledramaturgia e, assim, o leitor vai se deparar com muitas das antigas telenovelas da Globo. Por fim, a autora pontua as contribuições da história da arte para as estruturalidades televisuais. No capítulo 4 são pensados os códigos da linguagem audiovisual a partir de três regularidades consideras importantes na ficção seriada: técnicas, espaço-temporais, cenográficas.

Tendo apresentado os pilares teóricos do audiovisual e da televisão – ilustradas por referências a programas, diretores, técnicas usadas, entre outros – chega-se ao capítulo 5. Neste, a trilha segue pela Semiótica da Cultura e seu encontro com o objeto de estudo. Um cruzamento profícuo. A aplicação de todas essas reflexões teóricas em um objeto empírico, consequentemente, é a cereja do bolo. Nos capítulos 6, 7 e 8 – analisa as rupturas de sentido em relação às regularidades apresentadas no capítulo 4. É assim que se formam os platôs da cartografia na obra de Luiz Fernando Carvalho: Platô rupturas de sentido da técnica e os rearranjos do saber-fazer teledramaturgia; Platô rupturas de sentidos da cronotopia: um quebra-cabeças do espaço-tempo; Platô rupturas de sentidos da cenografia: um patchwork de referências.


É por tudo isso que este é um livro para quem se interessa pelo mundo televisual e seus meandros ficcionais, mas é também um livro para quem gosta de explorar saberes”.

Profa. Dra. Nísia Martins do Rosário
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação - PPGCOM
Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação - FABICO
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

COCA, A. P.. Cartografias da teledramaturgia brasileira: Entre rupturas de sentidos e processos de telerrecriação. 1. ed. São Paulo: Labrador, 2018. 296 p.

 

 

A reflexão deste capítulo escrito por Coca discorre sobre o processo teórico-metodológico do estudo que teceu uma cartografia da obra do autor e diretor de audiovisual, Luiz Fernando Carvalho. A cartografia orientou toda a pesquisa de sua tese de doutorado: planejamento, procedimentos, organização do material empírico e exposição dos resultados. Rosário (2016) define a cartografia na comunicação como um caminho metodológico que traça um mapa inacabado do objeto de estudo, a partir do olhar vigilante aliado às percepções e observações do pesquisador-cartógrafo, que são únicas. Foi assim que procedeu Coca, que traz seu relato, assim como os pressupostos dessa perspectiva teórica neste texto.

Coca, Adriana P. Uma cartografia da obra televisual de Luiz Fernando Carvalho: o processo teórico-metodológico deste mapa desdobrável. In: Maria Imacolata Vassallo de Lopes; Nelson Ribeiro; Gisela G. S. Castro; Catarina Duff Burnay. (Org.). Comunicação, Diversidade e Tolerância XV Congresso Ibero-americano de Comunicação IBERCOM 2017. 1ed.São Paulo / Lisboa: ECA - USP / FCH-UCP, 2018, v. , p. 4624-4643.

 

 

 

 

“Como estudar produtos derivados de processos de adaptação sem remeter à especificidade de cada linguagem e ao ressentimento próprio da retórica vazia da perda do sentido original no adaptado?  Este livro responde a essa questão de duas formas. A primeira diz respeito à crítica à visão tradicional dos estudos de adaptação. A retórica da fidelidade impõe ao analista uma visão extremamente reduzida, buscando averiguar se a adaptação cumpriu a sua função: a transposição e nunca a transcriação.  A autora observa que, sob esse viés, é impossível reconhecer que as diferentes materialidades e sistemas semióticos das formas artísticas e midiáticas são ativas, limitam e possibilitam processos de produção de significação. A segunda resposta – ainda mais interessante – corresponde ao fato de que este não é um estudo de adaptação. Mais do que comparar Capitu a Dom Casmurro, este livro examina o resultado das fricções e dos contágios entre as diferentes linguagens artísticas e matrizes culturais existentes no produto televisivo em questão.” Comentário do Prof. Dr. Igor Sacramento (UFRJ/ Fiocruz).

COCA, Adriana Pierre. Tecendo rupturas – o processo da recriação televisual de Dom Casmurro. 1. ed. Rio de Janeiro: E-papers/Tríbia, 2015. v. 1. 138p.

 

 

 

 

“El libro Publicidad, propaganda y diversidades socioculturales, produto de esfuerzos de investigadores de Brasil y Espana, reune un conjunto de textos que desenvuelven problematizaciones epistemicas, teoricas, metodologicas y empiricas para investigar la construccion de significaciones sobre las diversidades y alteridades socioculturales en la publicidad y propaganda, y en su recepcion. En la tercera y ultima parte del libro - Perspectivas epistémicas, teóricas y metodológicas - En el texto Publicidad, cuerpo, alteridad: perspectiva teórico-metodológica de la semiótica de la cultura,Nisia Martins do Rosario y Adriana Pierre Coca problematizan el cuerpo como un elemento fundamental de la publicidad de la television en relacion con el tema de la alteridad. Analizan el tensionamiento de la alteridad en la publicidade a traves del cuerpo, teniendo en cuenta los modos de articulacion de los lenguajes −del cuerpo y de la publicidad− para el establecimiento de una diversidad constituyente de rupturas, a partir de piezas publicitarias que parecen distanciarse del centro de la semiosfera, y que por lo
tanto son controversiales.

COCA, A. P.; ROSARIO, N. M. . Publicidad, cuerpo, alteridad: perspectiva teórico-metodológica de la semiótica de la cultura. In: Bonin, Jiani Adriana; García, Nicolás Lorite; Maldonado, Efendy. (Org.). Publicidad, propaganda y diversidades socioculturales. 1ª ed. Quito: CENTRO INTERNACIONAL DE ESTUDIOS SUPERIORES DE COMUNICACIÓN PARA AMERICA LATINA (CIESPAL), 2016, v. 6, p. 184-200.

 

 

No livro Século XXI: a publicidade sem fronteiras? a autora Adriana Pierre Coca e o pesquisador Prof. Dr. Alexandre Tadeu dos Santos da Universidade Federal de Goiás refletem sobre as fronteiras da publicidade televisual na era da conexão, seus desafios e processos de criação e produção no conturbado contexto comunicacional da contemporaneidade.

SANTOS, A. T. ; COCA, A. P. . As Fronteiras da Publicidade Televisual na Era da Conexão sob os Pressupostos da Semiótica da Cultura. In: Alexandre Tadeu dos Santos; Eliseu Vieira Machado Júnior. (Org.). Século XXI: a publicidade sem fronteiras?. 1ed. Goiânia: Gráfica UFG, 2016, v. 3, p. 185-215.

 

 

 

 

 

 

O livro Semióticas da Comunicação é resultado das pesquisas elaboradas no ano de 2015 pelo Grupo de Pesquisa em Semiótica e Culturas da Comunicação (GPESC/UFRGS), que tratou mais especificamente de três temas convergentes em seus debates e estudos: arqueologia, genealogia e pesquisa semiótica. O capítulo escrito por Adriana Pierre Coca em parceria com a Profa. Dra. Nísia Martins do Rosário discorre sobre a memória e a criação na teledramaturgia brasileira, em especial, as telenovelas. Partindo de um levantamento de técnicas narrativas enraizadas nas matrizes clássicas de escrever histórias ficcionais para TV, principalmente as características herdadas do melodrama e do folhetim. As autoras buscam entender o papel da memória dos sistemas culturais na composição da ficção seriada de televisão, considerando a cultura como uma memória coletiva por incorporar a historicidade dos sistemas de signos.

ROSARIO, N. M. ; COCA, A. P. . Memória e criação: dinamicidade na ficção seriada televisual. In: Fábio Pezzi Parode; Lizete Dias de Oliveira. (Org.). Semiótica e Culturas da Comunicação. 1ed.São Paulo: Kazuá, 2015, v. 1, p. 170-192.

 

 

Neste livro, a autora reflete sobre a ficção seriada contemporânea: as rupturas de sentidos e a diluição das fronteiras entre as linguagens. A investigação buscou compreender os modos pelos quais a ficção seriada contemporânea apresenta irregularidades e pro­põe novas reconfigurações dos códigos e dos textos audiovisuais na era da convergência das mídias, momento em que é possível vis­lumbrar tensionamentos sobre as semioses, que demandam desabi­tuar o olhar, um olhar que foi moldado por determinados regimes de visibilidade e que hoje é desafiado diante da multiplicidade de formatos e das mudanças nas maneiras de assistir e produzir imagens.

COCA, A. P.. Ficção seriada contemporânea: as rupturas de sentidos e a diluição das fronteiras entre as linguagens. In: Janiclei Mendonça; Marcos H. M. Rodrigues; Rodrigo Oliva. (Org.). Luz, câmera, comunicação: convergências da linguagem cinematográfica nas produções publicitárias e jornalísticas. 1ed.Londrina: Syntagma Editores, 2016, v. , p. 25-41.

 

 

 

O texto - Corpos reconfigurados: cartografia de rupturas de sentidos na mídia - visa problematizar o corpo midiatizado pela perspectiva da Semiótica da Cultura, em especial, pelo conceito de explosão de Iuri Lotman (1999), propondo uma pequena cartografia das suas rupturas de sentidos desses corpos.

ROSARIO, N. M. ; COCA, A. P. ; PEREIRA, M. R. ; SOMARIVA, M. ; SILVA, J. A. SANTOS, F. A. S.. Corpos reconfigurados: cartografia de rupturas de sentidos na mídia. In: José Antônio Ferreira Cirino; Claudomilson Fernandes Braga. (Org.). Tópicos em mídia e cultura. 1ed.Goiânia: Gráfica UFG, 2016, v. , p. 125-158.